A importância do movimento

por Bianca Barros

Não é segredo para ninguém que a realização de uma atividade física faz bem para o corpo em vários sentidos. Segundo uma pesquisa feita pela Organização das Nações Unidas (ONU), no ano de 2015, 37,5% dos brasileiros se envolveram com a prática de algum esporte pelo menos uma vez.

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) é um dos lugares da cidade que recebe, todos os dias, praticantes de algum tipo de exercício físico. O mais comum entre eles é a corrida. Pessoas de todas as idades podem ser vistas pelo campus, contornando o anel viário em suas roupas esportivas, muitas vezes com fones de ouvido, correndo em grupo ou sozinhas.

Juiz de Fora comporta, anualmente, uma vasta programação de corridas de rua, como a tradicional Corrida da Fogueira, ou a Corrida Duque de Caxias, que completou sua 31ª edição neste ano. O autônomo Murilo Rodrigues coleciona medalhas das mais diversas competições, já tendo alcançado a marca de 32 participações em corridas de rua. Praticante do esporte há cinco anos, ele relata que gosta de correr sozinho, apesar de conhecer alguns grupos de corrida da cidade.

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Quadro de medalhas do atleta Murilo Rodrigues. (Foto: Acervo pessoal)

Os motivos pelos quais se inicia a prática de tal atividade física são diversos, variando de pessoa para pessoa. Murilo conta que sempre gostou de se mexer e, no passado, jogava futebol, mas devido a uma lesão não pôde mais se dedicar ao esporte. “Eu sabia que existiam corridas de rua na cidade, então me inscrevi uma vez e gostei. De lá para cá, não parei mais”, relata.

Bárbara Silva, por sua vez, começou a correr em sua época de vestibulanda. O exercício funcionava como uma válvula de escape para controlar a ansiedade, fruto de todas as preocupações com o ainda incerto futuro. Hoje, a estudante de Biologia mantém o bom hábito, correndo na própria Universidade sempre que possível. “Quando tinha 19 anos, participei da corrida Speed of Sound, ficando em primeiro lugar na minha categoria nos 10 quilômetros”, ela relembra.

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Bárbara Silva no pódio da Speed of Sound. (Foto: Rumo Certo)

Ambos concordam que a corrida trouxe mudanças significativas em suas vidas. “O corpo fica mais saudável, você não se cansa fácil. E psicologicamente, nem se fala!”, Murilo aponta, explicando que a atividade física o faz esquecer dos problemas. Bárbara conta que, além do condicionamento físico, seus sentimentos positivos também aumentaram, assim como sua autoestima.

Murilo, que já chegou a participar até mesmo de uma São Silvestre, uma das corridas mais tradicionais do país, com 15 quilômetros de percurso, indica a todos a prática do esporte. “A corrida [São Silvestre] é indescritível. 30 mil pessoas, você faz amizade com gente do Brasil e do mundo inteiro”, diz.

O calendário de corridas de rua de Juiz de Fora ainda promete mais duas competições para o ano de 2018, a 6ª Corrida Solidária da ASCOMCER, no dia 21 de outubro, e a 4º Tecnobit Night Run, que acontece na noite de 24 de novembro.

E você, vai ficar parado?

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